domingo, 23 de agosto de 2009

Felicidade no trabalho aumenta produtividade e lucro

Pequenas empresas investem em programas de incentivos para os funcionários trabalharem mais felizes. As recompensas podem ser prêmios como viagens e jantares, ou até mesmo a redução da jornada de trabalho. Empregados motivados rendem mais e aumentam o lucro da empresa.
A fotografia de uma equipe feliz e os sorrisos não são apenas parte de uma pose forçada. Trabalho e diversão caminham juntos em uma empresa de consultoria de São Paulo que aposta na satisfação dos funcionários para crescer.
“É isso que a gente busca: a felicidade do time. Trabalhamos sempre com essas três coisas em mente: a realização das pessoas no trabalho, o crescimento permanente, a evolução da espiral da melhoria contínua, e os lucros que fazem as empresas sobreviverem,” diz o empresário José Hernani Arrym.
Os 30 funcionários são economistas, administradores, engenheiros. Eles criam soluções para os clientes. Desenvolvem estratégias para aumentar o lucro das empresas. A equipe é jovem e vem das melhores faculdades do país. Entre os estímulos criados para segurar os empregados, está a participação nos lucros.
“Nós temos um programa de bônus trimestral. Quatro vezes por ano, quando a companhia vai bem, as remunerações correspondem a esse desempenho”.
Os sócios, Valter Pieracciani e José Hernani Arrym, criaram um modelo de gestão diferente. O lema da empresa é liberdade com responsabilidade. Os colabores administram o próprio tempo. Eles têm 20% do horário de trabalho livre.
“Nós sabemos que o ambiente profissional em si não satisfaz as expectativas de vida que as pessoas têm. A gente acredita que tempo para atividades culturais, atividades recreativas, o esporte, atividades de cunho espiritual, religioso, isso faz parte da vida,” revela José Hernani.
O consultor Márcio Amorim usa o tempo livre para estudar.
“Eu atualmente faço mestrado, estou na reta final de entregar o meu trabalho. Isso é importante porque me traz conhecimento tanto aqui para firma como para outras coisas. A firma gosta que a gente estuda, valoriza e incentiva isso, tanto é que ela permite que eu saía mais cedo um ou outro dia para poder desenvolver esse trabalho”.
Os sócios estimulam a definição de um plano de metas individual. Foi criado um programa chamado atletas corporativos - coordenado pela ex-atleta olímpica Marta Schonhorst.
“Eu trago essa bagagem do treinamento desportivo, do trabalho com rendimento e desenvolvimento e resultado do esporte, para outro ambiente que eu nunca imaginei que pudesse ser tão receptivo,” diz a coordenadora Marta Schonhorst.
A treinadora passa quatro meses com cada funcionário. E faz um plano de performance pessoal e profissional. A consultora Ana Paula Keller garante que seu desempenho melhorou.
"Eu tomei as rédeas do meu comportamento, das minhas ambições. Consegui com isso direcionar melhor minha carreira, com mais profissionalismo, de uma maneira muito mais espontânea também. Pessoas são muito parecidas, pessoas querem se desenvolver, pessoas querem resultado, pessoas são boas nisso. Tem atletas talentosos, tem jovens consultores super talentosos, tem executivos talentosos, então pessoas visam muito resultado e desenvolvimento", explica.
Um estudo mostra que uma pessoa recebe sete mil estímulos visuais e auditivos por dia.
Os espaços abertos são muito bons, mas acontece aquele pára e anda. Você para, se distrai, volta, se distrai, volta, principalmente com a internet.
Para evitar a dispersão, a empresa criou um ambiente especial.
A equipe vai para outro prédio, a cem metros de distância. Esta sala, sem telefone, é o prensódromo. Um lugar em que se exige silêncio.
“Aqui a gente consegue sentar, quando tem que fazer pesquisa, quando tem planilhas que você precisa de mais concentração e você não pode ser interrompido, não pode ter barulho, telefone. Então, a gente vem para cá e consegue se concentrar,” diz a consultora Laís.
E depois da concentração, vem a distração. Na sede da empresa existe um bar. No fim do dia dá até para tomar uma cervejinha.
“É importante porque você sai um pouco do ambiente do trabalho, da frente do computador, onde fica muito concentrado trabalhando. Você vem para cá, com seus amigos de serviço, relaxa um pouquinho, coloca a fofoca, o papo em dia, daí você consegue tranqüilidade para voltar ao trabalho com força total,” diz o consultor Rodrigo Pellarin.
Alguns não descansam nem no bar. A equipe é dividida e cada dupla desenvolve um projeto. No final, os melhores são premiados. E a firma tem novas e boas idéias para vender aos clientes.
“Nós fizemos em seis semanas o que levaria no mínimo seis meses para ser feito. No mínimo,” diz Valter.Motivar o grupo custa caro. Mas dá resultado. Só em 2008, a empresa cresceu 35%.
“Nós temos conseguido aumentar a taxa de retenção dos nossos colaboradores, aumentar o nível de satisfação de clientes e expandir efetivamente a nossa carteira de clientes,” revela José Hernani.


CONTATOS DAS EMPRESAS MOSTRADAS NA REPORTAGEM
Pieracciani Engenheiros Associados ltda. - consultoria
Tel.: (11) 5506-2953
http://www.pieracciani.com.br
Rua Geraldo Flausino Gomes, 78 - 15º andar -cj 151 Brooklin Novo CEP: 04575-060 - São Paulo/SP

REPORTAGEM DA PEQUENAS EMPRESAS & GRANDES NEGÓCIOS

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

13 DE AGOSTO - DIA DO ECONOMISTA

O Conselho Regional de Economia de São Paulo parabeniza todos os Economistas pela data de hoje. 13 de Agosto - Dia do Economista. O Corecon-SP é a sua Casa. Participe de nossas atividades, colaborando para o crescimento, fortalecimento e representatividade da Classe dos Economistas Economista, presente em todas as atividades. Parabéns Economistas! ...

"A ECONOMIA É A BASE DA RIQUEZA" - Ricardo A. Lustri

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ATÉ ELE TEM VERGONHA!


Tributos

O gerente que enfrenta um leão por dia

Sílvia Pimentel - 9/8/2009 - JORNAL DIÁRIO DO COMÉRCIO
Profissão é cada vez mais requisitada com a legislação em mudanças.Eles precisam acompanhar as frequentes mudanças na legislação tributária. Entendem de contabilidade, finanças, economia e da área jurídica. E num País com carga fiscal superior a 35% do Produto Interno Bruto (PIB), têm como desafio encontrar atalhos legais para economizar no pagamento de impostos. São os gerentes de tributos, cada vez mais procurados e valorizados pelas empresas. No momento, as novas regras contábeis e o maior uso do regime da substituição tributária são duas novidades a movimentar a rotina desses profissionais.

"A legislação tributária é dinâmica. Praticamente todos os dias as empresas são surpreendidas com mudanças nas leis", resume o diretor da divisão tributária da Crowe Horwath RCS, Alberto Brumatti Jr, responsável por uma equipe de 40 pessoas. Ele explica que a quantidade de tributos exigidos no Brasil e o emaranhado de leis e normas complexas levam muitas empresas, especialmente as maiores, a dividir funções. Ou seja, há gerentes específicos para lidar com os impostos indiretos (IPI, ICMS, ISS, Pis e Cofins) e outros cuidam dos chamados diretos (IR, CSLL). O trabalho parece árduo e qualquer deslize pode acender a luz vermelha para o fisco. "A classificação correta dos produtos com os quais uma empresa trabalha, por exemplo, precisa ser verificada pelo menos uma vez por semana", detalha.

De acordo com Brumatti,um dos requisitos básicos para desempenhar bem a função de gerente de tributos é conhecer profundamente a empresa em que trabalha, para quem ela vende, de quem ela compra e, em tempos de substituição tributária, conhecer a legislação dos 27 estados. Isso sem contar as legislações dos municípios e da União. "O mundo tributário é cruel. É preciso gostar muito para trabalhar nessa área", diz o diretor.

No momento, o atraso da Receita Federal na definição do programa que será usado para a declaração do Imposto de Renda das pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real tira o sono de Brumatti, que prevê um corre-corre para conseguir cumprir os prazos estabelecidos pelo fisco. Tradicionalmente, a Receita libera o programa no mês de março, mas até agora não se pronunciou. "Quando isso acontecer, teremos só um mês para providenciar as declarações", reclama.

O diretor de tributos da Danone, Anderson Luciano, tem 34 anos e começou a trabalhar na área aos 17, na KPMG. Formado em Ciências Contábeis, hoje ele comanda uma equipe com 20 pessoas e está concluindo o curso de Direito. De acordo com ele, os funcionários voltam sua atenção para o regime da substituição tributária, técnica de arrecadação valorizada pelo fisco paulista em que o recolhimento do ICMS é concentrado na indústria. A ferramenta tem incrementado os cofres do estado. Para as empresas, aumentaram os custos e a burocracia. "É o assunto que demanda maior tempo e esforço", conclui.

Bom salário – Pesquisa da Catho On Line mostra que o salário médio de um gerente de tributos nas empresas com faturamento anual de R$ 15 milhões a R$ 30 milhões está em torno de R$ 9,3 mil. Em outubro do ano passado, o salário era de R$ 8,7 mil.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

EU APÓIO O IMPOSTO ÚNICO


Recebi recentemente do Prof. Marcos Cintra, Secretário do Trabalho do Município de São Paulo, a notícia abaixo:--------------------------------------

O Imposto Único é um antigo desejo de estudiosos em matéria tributária. No Brasil, desde 1990, eu e muitos outros companheiros temos lutado em prol dessa idéia. Já há projeto de minha autoria na Câmara dos Deputados que implanta o Imposto Único no Brasil (PEC 474/2001).

A discussão chega agora a outros países. Vários institutos internacionais de pesquisas tributárias têm aventado a possibilidade de uma radical simplificação do sistema tributário mundial. Como contribuição ao debate, estou lançando mais uma obra, desta vez na lingua inglesa, para ampliar o debate.

Trata-se do livro "Bank transactions: pathway to the single tax ideal".

Começo com um tratamento teórico sobre impostos sobre movimentação financeira. Em seguida analiso a experiência da tributação brasileira com esse tipo de imposto, e o impacto quantitativo da unificação de impostos sobre essa base, utilizando modelos de simulação de Leontief.

O novo livro foi lançado nos Estados Unidos nesta semana e está disponível no website da Amazon no link
http://www.amazon.com/Bank-transactions-pathway-Single-ideal/dp/144218728X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=books&qid=1247838109&sr=1-1

Espero que goste do livro, e nos apoie nesta cruzada pela Reforma Tributária em nosso país.

Abraço

Marcos Cintra

terça-feira, 4 de agosto de 2009

JUSTIÇA PARA O FUTEBOL BRASILEIRO

Só para constar, pois para não ser rebaixado no campeonato brasileiro, seguindo os anos anteriores, é preciso de pelo menos 47 pontos (com folga), com 46 pontos (justo) e 45 pontos (perigoso), pois em 2007 e 2008 o Corinthians e Figueirense caíram com 44 pontos, e para chegar em 16º lugar, segue as colocações anteriores:

2006 = Palmeiras com 44 pontos;

2007 = Goiás com 45 pontos;

2008 = Náutico com 44 pontos.

E com isso, cuidado Fluminense, que na 16º rodada está em último lugar, com 11 pontos ( 2V, 5E, 9D ), precisa fazer mais 34 pontos do total de 66 pontos ( 22 jogos ) que falta disputar, ou seja, é preciso ganhar, no mínimo, 12 jogos ou 11 mais um 1 empate, mas mesmo assim corre o risco de cair. Portanto, cuide-se Fluminense, e seria mais justo o seu rebaixamento, a sua torcida não merece, pois foi o único time do futebol brasileiro que voltou da 3ª divisão para a 1ª pelo tapetão, e isso é uma vergonha.



“A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda.” Confúcio



“A queda não é vergonhosa, vergonha é levantar-se sem mérito.” Marco Antonio de Araujo – Economista e Livre Pensador

domingo, 2 de agosto de 2009

Empresários investem em pizza de um minuto


02.08.2009

Pequenos empresários podem investir em uma maquininha de fazer pizza brotinho e começar a faturar. A máquina tem baixo investimento e pode render boas oportunidades de negócio.

A máquina assa pizzas em um minuto. Quem desenvolveu o equipamento foi o empresário Marcelo Campos. Ele fez vários testes até chegar ao modelo ideal: uma máquina de 45 centímetros de altura, com forno a gás. A pizza é assada sobre uma pedra refratária.

“Pizza é uma coisa que todo mundo gosta. Começamos a entrar no projeto, fizemos a primeira máquina e com oito meses depois já começamos a comercializar”, conta o empresário Marcelo Campos.

O empresário, que é dono de uma metalúrgica, já possuía os equipamentos necessários para a produção: uma máquina para cortar as chapas de alumínio, outra para fazer as dobras e uma furadeira. A empresa fabrica dois modelos que produzem pizza. O mais barato custa R$ 1.790.

“Um equipamento pequeno, funcional e de baixo custo, tanto para a gente que fabrica quanto para quem compra”, acrescenta o empresário Marcelo Campos.

Outro modelo é maior: tem 1,40 centímetros de altura, vem com um carrinho e uma estufa em cima. Custa R$ 2,7 mil. Ele mantém o alimento sempre quentinho.

A empresa vende 40 máquinas por mês. Os clientes Abel e Andréa Lucena apostam na mobilidade do equipamento para ter um bom retorno.

“Estou comprando, porque é uma máquina que tem bastante mobilidade. Tem três faculdades onde eu vou vender. Posso ir para uma e para outra. Já tenho licença da prefeitura. A galera lá da faculdade vai se esbaldar nessas pizzas”, espera o cliente Abel de Lucena Filho.

“As vendas estão indo bem, estão crescendo em torno de 10% a 15% por mês e acredito que, no futuro, esteja crescendo ainda mais. A demanda, as ligações estão crescendo, a procura está sendo bem grande e o equipamento está se popularizando”, comenta o empresário Marcelo Campos.

Em um quiosque em frente a um supermercado, em São Paulo, está uma delas. O empresário Gilberto Zocchi vende sorvete e milk shake e instalou um equipamento também para fazer pizza.
“Eu montei o quiosque a base do sorvete. Só que o tempo esfriou, e eu tinha de agregar alguma coisa para ser consumida no frio nessa época. Como todo brasileiro gosta de pizza, e eu sou um deles, então investi na máquina de pizza por ela também ser rápida”, explica o empresário Gilberto Zocchi. Gilberto vende 100 minipizzas por semana neste quiosque. A lucratividade do negócio é alta. Ele compra as pizzas prontas, em saquinhos. Cada uma custa para ele R$ 1,13. O valor de venda é de R$ 2,50 a unidade. “O consumo de luz e gás é bem baixo, e a lucratividade passa dos 100 %”, calcula.

O equipamento é rápido. Assa oito minipizzas de uma vez, em um minuto. “Eu passei, fiz a comprinha e já vim degustar a pizza. Foi bem rápido mesmo”, elogia a cliente Claudia Marins.

Assim, nos horários de pico, a empresa não deixa de atender ninguém. “É muito prática. Você a põe no pré-aquecimento. Quando o cliente chega e pede a pizza, você a tira ela do pré-aquecimento e coloca no forno. Aí gasta menos de um minuto para fazer”, conta o empresário Gilberto Zocchi.

A pizza tem a vantagem de estimular o consumo de outros produtos. De cada dez pessoas que comem a pizza, sete pedem uma bebida e quatro uma sobremesa. O resultado é que o cliente gasta mais: em média, são R$ 5 por compra. O empresário até faz promoções para incentivar a combinação de salgado com doce, como uma pizza com milk shake por R$ 5.

“É cultural. Você vai a um restaurante, almoça ou janta, quando acaba que um docinho para tirar o sal da boca. Então, a pizza está agregando isso. A pessoa come a pizza, e aí toma uma casquinha ou um milk shake. Eu estou muito satisfeito”, comenta o empresário.

“A promoção é bastante convincente. Aproveitei para tomar um Milk Shake”, disse a cliente Elimar Silva.


CONTATOS DAS EMPRESAS MOSTRADAS NA REPORTAGEM
MC 5 do Brasil – fábrica de máquina para pizza
Tel.: (11) 2214-5132 / 2544-4830
http://www.maquinasexpress.com.br
Rua Dr. Assis Ribeiro, 8118 – Ermelino Matarazzo CEP: 03827-001 - São Paulo/SP

Quiosque Du Sorvete (lanchonete)
Tel.: (11) 9783-4464
Av. Renata, 448 – Chácara Belenzinho - Vila Formosa CEP: 03377-010 - São Paulo/SP


REPORTAGEM FEITA POR PEQUENAS EMPRESAS & GRANDES NEGÓCIOS DO SITE DA GLOBO - http://pegntv.globo.com