sábado, 4 de julho de 2009

RESPEITÁVEL PÚBLICO

Mas que saudades dos artistas de circo, heróis da minha infância, e eram eles que me faziam rir, mesmo com a barriga vazia e esquecia até da fome. E os palhaços, que em cima do picadeiro, mesmo quando choravam nos transmitiam alegria. A TV já existia, mas era para poucos, nem assim o circo perdia sua beleza. Quem da minha época não se lembra da velha frase “respeitável público!!! vai, vai, vai começar a brincadeira”, ecoa nos meus ouvidos até hoje. Perder essa ingenuidade é clara e absoluta, pois o tempo passa e deixa para traz só lembranças.

E hoje, o que eu percebo, é um espetáculo para poucos com ingressos muito caros, apesar de não ir a um circo a mais de 11 (onze) anos, a última vez que eu fui tinha 32 (trinta e dois) anos, e já era bem diferente, com uma grande produção, e os artistas mais preocupados com o visual e menos com o público. E com isso, o circo de bairro está sumindo por vários motivos, entre eles cito a falta de espaço, pelo menos nos grandes centros, e o domínio da indústria da TV.

Não posso ir contra a modernidade, em minha opinião, o prazer está nas pequenas coisas. A alegria não está no “Cirque du soleil”, que é muito bom, mas é feito para poucos. Vejam só que situação a TV que era caro antes trocou de lado com o circo. Portanto, lutem!, lutem!, lutem! e lutem! ... sem parar.

"O Pessimista que está em um barco acha que a tempestade não vai passar, o Otimista epera que ela passe e o Realista faz os ajustes nas velas."- DESCONHECIDO

"O homem não é racional, pois tem a capacidade de pensar e não o faz." - Marco Antonio de Araujo - Economista e Livre Pensador

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